Quem Sou

Quem é você?

Muitas vezes paramos para ouvir esta pergunta, mas quantas vezes paramos para ouvir a resposta?

Não é a toa que em muitas discussões, essa inofensiva pergunta torna-se uma Ofensa- “Quem é você para me dizer isto?”

Uma ofensa que apenas reflete que nos sentimos indignados talvez por lembrarmos que ainda não temos a resposta.

E o mais curioso desta jornada é que cada vez que encontramos a resposta o ato da descoberta nos transforma em uma nova pessoa, reiniciando a jornada com uma nova visão.

Responder aqui esta pergunta, poderia talvez impedir a minha constante transformação, ou me obrigar a atualizar este site toda a semana.

No entanto, te contar um pouco da minha história possa te ajudar a entender porque eu acredito que você é capaz de se transformar em qualquer hora, em qualquer lugar, e que todas as ferramentas e respostas que você procura, estão dentro de você!

Morei em diversas cidades, até chegar ao Brasil em 2005, com um filho de três anos, uma mala e cinco reais.

Passei a viver da venda dos quadros que pintava ao ar livre. Tudo ia bem, até que um dia, vi minha vida ser desmoronada, quando um fiscal confiscou todo meu material e a arte que fazia.

Me senti frustrada, abalada e preocupada. Impotente diante daquilo que tinha acontecido… Num ato de resiliência, pensei o que poderia fazer com os poucos recursos que ainda possuía. Respirei fundo e sequei minhas lágrimas.

Saí caminhando pelas ruas do centro de São Paulo, até ser interrompida por uma arte que mais parecia uma miragem: Um homem, totalmente pintado de prata, e com movimentos que pareciam pertencer aos contos de fadas, estava bem na minha frente!

Neste momento, senti meu coração bater mais forte. Me apaixonei pela arte da estátua viva!

No dia seguinte, quem estava parada em cima do banquinho, pintada de prata, era eu. Não imaginava o quanto essa arte de rua seria capaz de transformar a minha vida.

Havia algo inexplicável por trás da combinação da arte, da rua e do silêncio, que me fazia levantar todas as manhãs, com paz e sorriso no rosto.

E talvez tenha sido este motivo, pelo qual em poucos meses, muitas pessoas me contrataram para me apresentar nas recepções de eventos sociais.

Eram horas fazendo a minha arte, estática e em silêncio do o início até o fim das festas.   

E ao aprender sobre elas, decidi empreender uma nova jornada.

Em questão de um ano, montei minha própria produtora de eventos. E construir uma grande empresa, se tornou meu maior sonho. Sem perceber que em pouco tempo ele se tornaria um pesadelo…

As vezes eu sentia que meus projetos eram maior que meu poder de execução e tinha vontade de desistir.  Em outros momentos, eu criava listas intermináveis de ações e diante delas paralisava e procrastinava tudo o que deveria ser feito. E em outros momentos, não temia absolutamente nada, acreditando que qualquer sacrifício seria válido, decidindo, então, trabalhar 24 horas por dia, dormindo apenas oito noite por mês.

Fumava 60 cigarros por dia e as vezes quando chegava a noite, me dava conta que nada tinha comido. Tinha tanta ansiedade, mas só percebi quando ela se tornou pânico. Não percebia minha frustração, até ela se tornar depressão e foi neste momento que percebi que resultado não era a mesma coisa que sucesso.

Percebi que quanto mais eu ganhava, mais me perdia e quanto mais eu tinha, a sensação era que me faltava cada vez mais.

Foi então que eu percebi que precisava parar para reconstruir em mim o que eu tinha destruído e só depois disso, que eu poderia construir algo fora de mim.

Vendi minha empresa e voltei ao início desta jornada, me aventurando a viver unicamente das moedinhas que recebia durante as minhas apresentações de estátua viva no centro da cidade. Algumas pessoas fazem longas viagens para a Tailândia, Índia, China, vão aos inúmeros templos para encontrar respostas e a si mesmo.

Mas meu retiro foi urbano, foi em cima de um banquinho,  em uma das ruas mais caóticas de São Paulo. Foi neste cenário que ironicamente pude conhecer e vivenciar minha paz interior, descobrindo assim que por ser interior, ela independe do caos.

E no meio ao caos vivenciei o verdadeiro significado de uma palavra tão usada e tão pouco entendida: Meditação.

E esse profundo olhar para dentro de mim, me permitiu encontrar tanto as minhas raízes, quanto as minhas asas.

A minha transformação se tornou um processo contínuo e constante. E dentre todas as respostas que poderia te dar a pergunta inicial- “Quem sou?”- Eu escolho ser ESTE MOMENTO. E escolho estar AQUI, no AGORA construindo diariamente uma nova parte da minha história.

Experimente:

Os Sufis acreditam que quando uma pessoa conta a sua própria história, refletindo sobre os episódios mais marcantes, e fazendo disso uma ferramenta de auto conhecimento, ela é capaz de transformar o rumo da sua vida. Eu experimentei este processo escrevendo a minha história no texto acima que acabou de ler. E me deparei com verdades, que sem dúvida, transformaram o rumo de meu caminho. Qual é a sua história?

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