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Como reconhecer e aceitar as nossas falhas

Aceitar as nossas falhas é o caminho mais seguro para uma vida emocionalmente equilibrada, uma vez que não existe nada mais danoso para o ser humano que acreditar em uma existência imune a erros e equívocos. Como muitos guias espirituais já disseram ao longo da história: a culpa paralisa. Do meu ponto de vista, é algo que nos ancora em uma mesma posição, impedindo o progresso desejado.

Aceitar as nossas falhasProva disso são as tantas e tantas vezes você já se pegou revivendo uma mesma situação de desgosto, projetando um outro desfecho para o caso. Na impossibilidade de mudarmos a história, nos apegamos a lembranças tóxicas, sem perceber o quanto aquilo nos faz mal.

Pensando em trabalhar esse aspecto tão importante que é a aceitação de nossas falhas, separei alguns pontos interessantes para pautar essa discussão. Não deixe de conferir!

Entendendo que falhar é natural

Entender que falhar é natural não é simplesmente se entregar, e sim reconhecer que somos passíveis de erros. A partir desse tipo de entendimento, fica muito mais fácil tomar decisões mais assertivas em relação a diferentes contextos.

Podemos tomar como exemplo a terapia do riso. Já ouviu falar desse método? Grosso modo, posso dizer que se trata de rir dos próprios erros ao mesmo tempo que se estabelece uma reflexão sobre circunstâncias que não tiveram um desdobramento positivo.

Geralmente, essa prática acontece em grupo, reunindo, por exemplo, um casal ou uma equipe de trabalho. Em cerca de alguns minutos e com a ajuda de um facilitador, cada participante é convidado a tratar das situações ruins a partir de uma abordagem divertida, leve, sem nenhum comprometimento com o que se passou.

À medida que cada um entra no jogo e literalmente dá gargalhadas sobre tudo o que aconteceu, o problema vai perdendo importância e lições sobre tudo o que se passou vão sendo internalizadas.  

Dirigindo afeto a nós mesmos

Um bom parâmetro para começar a aceitar nossas falhas é observar como lidamos com os erros de amigos em relação a diferentes questões. Isso porque, na posição de conselheiros, mantemos um perfil de maior generosidade se comparado à conduta mantida em relação a nós mesmos.

Aos amigos, dirigimos palavras afetuosas, sendo comum ouvir frases como “não foi bem assim”, “sempre haverá uma próxima chance”, “você não teve culpa em relação a isso”, “tente se perdoar”.

Disso surge a pergunta: por que não nos tratarmos da mesma forma? Por que não dirigir mais afeto a nós mesmos na hora de lidar com nossos erros?

Saiba que algum nível de autoindulgência é fundamental para superar situações difíceis e, assim, alcançar o equilíbrio emocional necessário para seguir a vida.

Vivendo com mais otimismo

O que se passou de negativo ou ruim em nossas vidas não representa, necessariamente, um padrão. Por exemplo, se os seus últimos relacionamentos afetivos não deram certo, isso não significa que os próximos também não darão.

Cabe a você aceitar suas falhas em relação a tudo que se passou e projetar um futuro mais harmonioso com um novo parceiro. E isso vale para tudo, não somente relacionamentos. Trabalho, filhos, projetos pessoais… enfim, sempre há de existir um novo recomeço para quem trabalha pelo seu próprio desenvolvimento e está aberto a aprender com os erros.

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